| TEORIA DAS SUPERCORDAS CORDA FUNDAMENTAL • Como vimos, o modelo mais promissor deste início de século para se chegar a uma gravitação quântica (ou seja, à unificação da relatividade geral com a mecânica quântica) é a teoria das supercordas. Ela foi formulada inicialmente na década de 1970 e postulou que todas as partículas elementares (por exemplo, quarks, elétrons, neutrinos etc.) são ressonâncias de uma corda unidimensional. Nesse modelo, em vez de existirem várias partículas elementares, há apenas uma entidade física: a corda fundamental, cujas diferentes vibrações descrevem diferentes partículas. MODOS DE VIBRAÇÃO • Semelhantemente a uma nota musical produzida, por exemplo, pela corda de um violino – cuja altura (grave ou aguda) e intensidade (forte ou fraca) dependem, respectivamente, da freqüência e da energia da vibração –, as propriedades de uma partícula (como sua massa e carga elétrica) dependem de como a corda fundamental está vibrando. TESTE DE PROPRIEDADES • A teoria das supercordas prevê que, quando as distâncias são grandes, a força gravitacional toma a forma daquela estabelecida pela relatividade geral. Mas, para distâncias pequenas (da ordem de 10-30 cm), a teoria de supercordas modifica a relatividade geral para torná-la compatível com a mecânica quântica. Embora as energias acessíveis em experiências feitas neste início de século não sejam suficientemente altas para testar essas modificações, há várias propriedades da teoria de supercordas que podem ser efetivamente testadas em experimentos. COMPACTAÇÃO DAS DIMENSÕES • Diferentemente da teoria da relatividade geral, que pode ser definida com qualquer número de dimensões espaciais, a teoria das supercordas somente é consistente quando o espaço contém nove dimensões. Mais uma vez, as dimensões extras devem ser compactas (ou seja, devem ser muito pequenas), de modo que não possamos vê-las. Há várias maneiras de compactar essas seis dimensões extras. Uma delas é a de Kaluza e Klein, na qual todas as seis dimensões extras seriam círculos muito pequenos. Outra é a chamada compactação de Calabi-Yau (referência ao matemático norte-americano Eugenio Calabi e ao chinês Shing-Tung Yau), em que essas seis dimensões se entrelaçam de uma maneira menos trivial. Infelizmente, ainda não sabemos se a teoria das supercordas é capaz de dizer de que modo essas seis dimensões extras estão compactadas.
MODOS DE VIBRAÇÃO • Semelhantemente a uma nota musical produzida, por exemplo, pela corda de um violino – cuja altura (grave ou aguda) e intensidade (forte ou fraca) dependem, respectivamente, da freqüência e da energia da vibração –, as propriedades de uma partícula (como sua massa e carga elétrica) dependem de como a corda fundamental está vibrando. TESTE DE PROPRIEDADES • A teoria das supercordas prevê que, quando as distâncias são grandes, a força gravitacional toma a forma daquela estabelecida pela relatividade geral. Mas, para distâncias pequenas (da ordem de 10-30 cm), a teoria de supercordas modifica a relatividade geral para torná-la compatível com a mecânica quântica. Embora as energias acessíveis em experiências feitas neste início de século não sejam suficientemente altas para testar essas modificações, há várias propriedades da teoria de supercordas que podem ser efetivamente testadas em experimentos. COMPACTAÇÃO DAS DIMENSÕES • Diferentemente da teoria da relatividade geral, que pode ser definida com qualquer número de dimensões espaciais, a teoria das supercordas somente é consistente quando o espaço contém nove dimensões. Mais uma vez, as dimensões extras devem ser compactas (ou seja, devem ser muito pequenas), de modo que não possamos vê-las. Há várias maneiras de compactar essas seis dimensões extras. Uma delas é a de Kaluza e Klein, na qual todas as seis dimensões extras seriam círculos muito pequenos. Outra é a chamada compactação de Calabi-Yau (referência ao matemático norte-americano Eugenio Calabi e ao chinês Shing-Tung Yau), em que essas seis dimensões se entrelaçam de uma maneira menos trivial. Infelizmente, ainda não sabemos se a teoria das supercordas é capaz de dizer de que modo essas seis dimensões extras estão compactadas. MODOS DE VIBRAÇÃO • Semelhantemente a uma nota musical produzida, por exemplo, pela corda de um violino – cuja altura (grave ou aguda) e intensidade (forte ou fraca) dependem, respectivamente, da freqüência e da energia da vibração –, as propriedades de uma partícula (como sua massa e carga elétrica) dependem de como a corda fundamental está vibrando. TESTE DE PROPRIEDADES • A teoria das supercordas prevê que, quando as distâncias são grandes, a força gravitacional toma a forma daquela estabelecida pela relatividade geral. Mas, para distâncias pequenas (da ordem de 10-30 cm), a teoria de supercordas modifica a relatividade geral para torná-la compatível com a mecânica quântica. Embora as energias acessíveis em experiências feitas neste início de século não sejam suficientemente altas para testar essas modificações, há várias propriedades da teoria de supercordas que podem ser efetivamente testadas em experimentos. COMPACTAÇÃO DAS DIMENSÕES • Diferentemente da teoria da relatividade geral, que pode ser definida com qualquer número de dimensões espaciais, a teoria das supercordas somente é consistente quando o espaço contém nove dimensões. Mais uma vez, as dimensões extras devem ser compactas (ou seja, devem ser muito pequenas), de modo que não possamos vê-las. Há várias maneiras de compactar essas seis dimensões extras. Uma delas é a de Kaluza e Klein, na qual todas as seis dimensões extras seriam círculos muito pequenos. Outra é a chamada compactação de Calabi-Yau (referência ao matemático norte-americano Eugenio Calabi e ao chinês Shing-Tung Yau), em que essas seis dimensões se entrelaçam de uma maneira menos trivial. Infelizmente, ainda não sabemos se a teoria das supercordas é capaz de dizer de que modo essas seis dimensões extras estão compactadas.  Voltar |